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Acusados vão a juri popular por morte de delegado em Itabuna

  A Justiça marcou para a próxima terça-feira (24), no fórum de Itabuna, o júri popular dos policiais militares acusados de envolvimento na ...


A Justiça marcou para a próxima terça-feira (24), no fórum de Itabuna, o júri popular dos policiais militares acusados de envolvimento na morte do delegado José Carlos Mastique de Castro Filho. O crime aconteceu em abril de 2019 e, desde então, segue como um dos casos mais marcantes envolvendo agentes de segurança no estado.

O julgamento será conduzido pelo juiz Renato Alves Cavichiolo e deve mobilizar grande atenção, inclusive de integrantes das polícias Civil e Militar. Diante da complexidade do processo e da quantidade de testemunhas, há possibilidade de que a sessão se estenda por mais de um dia.

Para reforçar a segurança, a Justiça determinou medidas específicas para o acesso ao plenário. Está proibida a entrada de pessoas armadas, com exceção de profissionais em serviço e previamente autorizados, considerando a expectativa de presença de policiais durante o julgamento.

De acordo com a denúncia do Ministério Público da Bahia, o disparo que matou o delegado teria sido efetuado pelo policial militar Cleomário de Jesus Figueiredo. Ele chegou a ser preso na época, mas responde ao processo em liberdade. A acusação foi aceita pela Justiça ainda em 2019.

As investigações apontam que o caso teve início após uma confusão envolvendo um casal, nas proximidades de um posto de combustíveis na Avenida Aziz Maron. Um policial militar à paisana interveio na situação, o que acabou gerando um desentendimento.

O delegado, que estava na cidade visitando familiares, passou pelo local acompanhado de um investigador e tentou entender o que acontecia. Durante a tentativa de intervir, houve um confronto verbal com o policial militar.

Imagens de câmeras de segurança registraram parte da discussão. Antes dos disparos, o delegado aparece entregando uma arma e se afastando. No entanto, o momento exato em que foi atingido não foi captado. Segundo a apuração, um movimento da vítima teria sido interpretado como tentativa de sacar outra arma, o que teria motivado o tiro.

José Carlos Mastique chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

 Fonte: ILHÉUS EVENTOS

 

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